13 de agosto de 2019

Lançamento: Coven lança coleção Verão 2020 intitulada de Memorabília

Olá Meninas

Com um olhar saudoso e revisitando técnicas usadas desde o começo da grife Coven, Liliane Rebehy, diretora criativa, apresenta a coleção Memorabília. O equilíbrio de leveza e substância dá o tom das peças que serão lançadas para o Verão 2020, e também marca os 25 anos da label trazendo referências icônicas de coleções marcantes.


Olhar para dentro para construir o agora. Esse é o norte que a diretora criativa Liliane Rebehy escolheu para guiar o Verão 2020 da Coven. Mais de cinquenta coleções e vinte desfiles em 25 anos de história são a Memorabilia - acervo precioso de cores, texturas e formas que trazem à tona os afetos de quem cria e quem veste - revisitada para trazer técnicas minuciosas, modelagens atemporais e peças icônicas, que irão se recompor para criar as próximas facetas do presente que se entrelaça continuamente através das tramas do tricô.

O equilíbrio de leveza e substância dá o tom das tramas desta coleção. A tela com efeito transparente é muito presente, principalmente nos listrados, em que transparência dá vida às diferentes espessuras das listras. O jacquard telado traz uma textura consistente, que ganha forma em saias mídi, regatas e vestidos. As nervuras e canelados chegam listradas, formando estampas ou monocromáticas. As silhuetas são atemporais e descomplicadas, e trazem leveza com transpasses e assimetrias feitos em moulage. E a leveza também está no material que é destaque nesta temporada: o fio de linho, fibra natural ideal para as temperaturas mais quentes.



Entre o branco e o preto, estão as matizes de rosa e vermelho, como Macadâmia, Antúrio e Guará, e também dos azuis Iris, Nascente, Portinari e Marinho, que escurecem no tom Azero. As cores marcantes da cartela são pontuadas pelos terrosos Areia, Centeio, Açafrão e Linheiro, junto dos verdes Lima e Arvoredo. O contraste da cartela de cores ganha forma e volume nos plissados bicolores, que ganham relevo através de fios no cós de saias mídi e no decote dos vestidos.

A estamparia traz a sensação de volta para casa que surge em meio às memórias. Os florais de traços manuais são assinados por Lucas Magalhães, estilista que é parte importante da história da Coven. As flores surgem em diferentes tamanhos e formas: localizadas em T-shirts e camisas de mangas amplas, contínuas em vestidos, saias mídi e camisas sem manga e ampliadas nas peças de jacquard telado.



Mergulhar na própria história é suspender o tempo, cada vez mais acelerado. E assim os detalhes manuais, sempre presentes na história da marca, surgem não só nas roupas, mas também nos complementos que as acompanham. O macramê, técnica artesanal que trama fios em laços atados, dá forma às saias mídi feitas manualmente, uma a uma. Rolotês alinhavados pontuam as peças de tela, como um acabamento cuidadoso em alças, decotes e nas saias mídi. Além do arremate das peças com argolas, mosquetões e outros detalhes de metal, que lapidam roupas e acessórios.

O tecido plano permanece em sintonia com o tricô, trazendo para o mix peças que também são parte do DNA Coven, mas que trabalham o shape de linhas limpas mais afastado do corpo. A tricoline listrada pespontada em chemises e camisas com volumes nas mangas trazem o cuidado manual. Se destacam também macacões e modelagens como cargo e clochard, em sarja e também em jeans, linha que é realçada também com jaquetas, saias e blusas.



O resgate dos marcos dos 25 anos da trajetória da Coven numa perspectiva de presente contínuo reafirma para os próximos anos não só a perenidade da marca na moda nacional, mas sua vocação para manter a essência criativa que lança olhar contemporâneo sobre o artesanal e faz da única e global.



Amei a coleção, principalmente as peças listradas...

E vocês gostaram?
Me conta...

Beijos, Beijos

Fonte: Divulgação
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